Medimos antes de propor. O estado atual do trabalho fica escrito com números: quem o faz, como corre, onde falha, quanto custa mantê-lo assim.
Essa linha de base transforma uma opinião num business case, e é o que permite ligar parte da remuneração ao resultado. Sem ela, discute-se de memória.
A mesma equipa leva o trabalho desde a primeira medição até ao sistema em uso.
Acompanhamos o trabalho como ele acontece, com as pessoas que o fazem. Horas, passos, passagens de mão, exceções, custo. O resultado é uma leitura escrita do estado atual e do que implicariam as alternativas.
A equipa que fez o diagnóstico desenha e constrói. As pessoas que vão usar aquilo participam durante a construção, e é isso que faz com que seja usado depois.
Ficamos no arranque e no período seguinte, com as métricas acordadas no início como medida. As alterações continuam a ser feitas com a coisa já em uso.
O trabalho parte de um desafio concreto que o cliente já tem.
É o suficiente para decidir se há ali alguma coisa que valha a pena fazer, e pede muito pouco tempo ao cliente.
A remuneração tem uma base e uma parte ligada ao resultado acordado. Os objetivos e as métricas ficam escritos antes de o trabalho começar, com a forma de os medir e quem valida que foram atingidos.
Uma fee fixa paga esforço. Ligar parte dela ao resultado significa que assumimos parte do risco que o cliente já está a assumir, e faz-nos recusar projetos onde o resultado não seria mensurável. Esse filtro vale mais ao cliente do que o desconto.
Um sistema que chega de fora acaba contornado.
Equipas que fazem algo da mesma maneira há anos têm razões para isso, e algumas dessas razões são boas e nunca foram escritas. O cliente fica capaz de manter e alterar aquilo sem nós.
O sistema corre onde faz sentido para o cliente. A escolha é feita no diagnóstico, com base em segurança, custo, e em quem mantém aquilo depois.
Os dados ficam no ambiente do cliente, com as políticas de segurança dele.
Alojamos e mantemos, e o cliente usa.
Para dados que não devem sair da empresa.
Trabalhamos com as ferramentas que o cliente já paga antes de acrescentar novas.
Dez casos publicados, cada um com o ponto de partida, o trabalho e o resultado.