Como trabalhamos

Como trabalhamos

Medimos antes de propor. O estado atual do trabalho fica escrito com números: quem o faz, como corre, onde falha, quanto custa mantê-lo assim.

Essa linha de base transforma uma opinião num business case, e é o que permite ligar parte da remuneração ao resultado. Sem ela, discute-se de memória.

As três fases

A mesma equipa leva o trabalho desde a primeira medição até ao sistema em uso.

Diagnóstico

Acompanhamos o trabalho como ele acontece, com as pessoas que o fazem. Horas, passos, passagens de mão, exceções, custo. O resultado é uma leitura escrita do estado atual e do que implicariam as alternativas.

Construção

A equipa que fez o diagnóstico desenha e constrói. As pessoas que vão usar aquilo participam durante a construção, e é isso que faz com que seja usado depois.

Execução

Ficamos no arranque e no período seguinte, com as métricas acordadas no início como medida. As alterações continuam a ser feitas com a coisa já em uso.

Onde começa

O trabalho parte de um desafio concreto que o cliente já tem.

Uma conversa sobre esse desafio
Uma olhada aos dados que o sustentam
Uma leitura escrita do que se passa

É o suficiente para decidir se há ali alguma coisa que valha a pena fazer, e pede muito pouco tempo ao cliente.

Modelo comercial

O modelo comercial

Base+Parte ligada ao resultado

Base mais resultado

A remuneração tem uma base e uma parte ligada ao resultado acordado. Os objetivos e as métricas ficam escritos antes de o trabalho começar, com a forma de os medir e quem valida que foram atingidos.

Porque trabalhamos assim

Uma fee fixa paga esforço. Ligar parte dela ao resultado significa que assumimos parte do risco que o cliente já está a assumir, e faz-nos recusar projetos onde o resultado não seria mensurável. Esse filtro vale mais ao cliente do que o desconto.

As pessoas que têm de usar aquilo

Um sistema que chega de fora acaba contornado.

Equipas que fazem algo da mesma maneira há anos têm razões para isso, e algumas dessas razões são boas e nunca foram escritas. O cliente fica capaz de manter e alterar aquilo sem nós.

Participam no diagnóstico e na construção
As exceções são desenhadas, não tratadas como ruído
A formação faz parte do projeto

Onde correm os sistemas

O sistema corre onde faz sentido para o cliente. A escolha é feita no diagnóstico, com base em segurança, custo, e em quem mantém aquilo depois.

Na cloud do cliente

Os dados ficam no ambiente do cliente, com as políticas de segurança dele.

Na nossa cloud

Alojamos e mantemos, e o cliente usa.

Num servidor dentro da empresa

Para dados que não devem sair da empresa.

Trabalhamos com as ferramentas que o cliente já paga antes de acrescentar novas.

Microsoft 365CopilotPower PlatformGoogle WorkspaceGoogle CloudSalesforceHubSpotn8nOpenAIClaudeGemini
Casos de sucesso

Ver o que saiu daqui

Dez casos publicados, cada um com o ponto de partida, o trabalho e o resultado.

Casos de sucesso
Começar pelo diagnóstico
Uma primeira conversa, gratuita, sobre um desafio concreto, que termina com um resumo por escrito do que encontrámos. Sem compromisso para além dessa conversa.
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