A maior parte dos projetos começa numa destas áreas e acaba a tocar em duas ou três, porque os problemas de crescimento raramente ficam na caixa em que chegam. Cada página abaixo diz o que construímos de facto e liga a um caso onde o pode ver a funcionar.
Diagnóstico, prioridades e roadmap, depois pricing, posicionamento e go-to-market. Ficamos durante o primeiro trimestre de execução, porque um roadmap que a equipa não consegue executar é só um documento.
Conteúdo, SEO e visibilidade em motores de resposta, paid media, CRO, feed e catálogo, email e creators. As decisões de budget discutem-se contra custo por encomenda e margem, não contra cliques.
Estrutura do funil, CRM, qualificação, material de apoio à venda, forecasting e outbound. A primeira correção costuma ser uma definição partilhada do que conta como lead qualificado.
Desenho de processos, automação, SOPs, integrações e dashboards, com AI nos passos de leitura e triagem. O que fica é um sistema que a equipa opera, documentado.
Websites, e-commerce, plataformas internas, integrações, tracking e performance técnica. Construídos para serem entregues, com a manutenção planeada em vez de improvisada.
Seleção de mercado, setup regulatório e operacional, go-to-market, localização e equipas locais. A primeira decisão é qual o mercado, e merece mais tempo do que a maioria das equipas lhe dá.
Tracking, definições, dashboards, atribuição, segmentação e forecasting. A maior parte dos dashboards falha nos dados por baixo e não no gráfico, por isso é aí que começamos.
Desenho organizacional, funções, contratação, onboarding, modelos de performance e governance. Muito do que chega como problema de performance são duas pessoas em que cada uma achava que a outra era a responsável.