O ROAS mostra quanta receita volta por cada unidade investida em media. Não mostra quanto dessa receita sobra depois de pagar o produto, o envio, os pagamentos, as devoluções e a própria media.
Planeamos e gerimos paid media nas plataformas onde estão os clientes, melhoramos a conversão das páginas onde esse tráfego chega e gerimos tudo contra a margem de contribuição, para que o crescimento das vendas apareça também no lucro.
Receita líquida menos o custo do produto. Mostra se o produto em si dá dinheiro.
CM1 menos os custos variáveis de cada encomenda: envio, comissões de pagamento, logística e devoluções. Mostra se cada encomenda dá dinheiro.
CM2 menos os custos de marketing e aquisição. Mostra se o crescimento dá dinheiro, e é o número pelo qual gerimos o paid media.
Licitações e orçamentos seguem a margem que cada produto e canal consegue suportar.
Produtos com CM2 baixa recebem menos investimento, ou outro papel na conta.
O custo de adquirir um cliente novo é lido à parte das recompras, porque se pagam a velocidades diferentes.
Receita, CM1, CM2 e CM3 por canal, campanha e produto, com as decisões de cada período ao lado dos números.
Plataformas de anúncios, loja, ERP e custos de envio ligados, para a margem ser lida nos dados de origem.
Todos os canais onde estão os clientes, com criatividade testada contra a margem, além dos cliques.
Cada fase do funil tem uma função diferente, por isso cada uma é avaliada pelas suas métricas. As campanhas de topo de funil não são julgadas pelas vendas de último clique, e nenhuma é julgada sem olhar para a margem no fim.
A media traz pessoas ao site. O que acontece lá decide quanto desse investimento se transforma em vendas. Uma taxa de conversão melhor baixa o custo de cada venda em todos os canais ao mesmo tempo, por isso o CRO faz parte do trabalho e não é um projeto à parte.
Páginas pensadas para cada campanha e público, com uma mensagem e uma ação, em vez de enviar todo o tráfego para a homepage.
Fotografias, descrição, avaliações, informação de entrega e preço, apresentados como o comprador precisa para decidir.
Menos passos, portes claros e os métodos de pagamento que as pessoas esperam, para que menos carrinhos fiquem abandonados.
Bundles, limiares de portes grátis e promoções, testados contra o CM2 e não só contra a taxa de conversão.
O tráfego pago chega sobretudo em mobile, e uma página lenta perde-o antes de ser lida.
Conversões, receita e custos medidos corretamente nas plataformas e no analytics, para que a otimização trabalhe sobre dados reais.
O paid media melhora com ciclos curtos de teste que juntam estratégia, dados e execução. Cada euro investido tem de gerar aprendizagem, além de resultados.
Escalamos as variações que provam funcionar e desligamos as que não funcionam, para que o orçamento vá para onde há retorno.
Transformamos os dados em oportunidades de teste e definimos o público, o canal, a mensagem e o formato de cada uma.
Os conceitos aprovados entram em campanha ao longo do funil e em vários canais.
Os resultados são acompanhados antes, durante e depois de cada teste, até a aprendizagem ser estatisticamente fiável.
Validamos os resultados, procuramos padrões e transformamo-los em recomendações.
As variações vencedoras recebem mais orçamento e novas versões, e as mais fracas são desligadas.
O que se aprende alimenta a ronda seguinte de hipóteses.
Um processo definido reduz erros, acelera a implementação e mantém o que vai para o ar coerente com a estratégia.
Objetivos, orçamento por canal e plano de media, acordados com o cliente antes de se produzir qualquer peça.
Peças produzidas pela nossa equipa, revistas internamente e depois pré-visualizadas e aprovadas pelo cliente.
Campanhas configuradas, tracking verificado e campanhas ativadas.
Otimização contínua, com dashboards que juntam dados de marketing, vendas e finanças, e revisões regulares de insights e próximos passos.
Começamos com acesso às contas de anúncios e à loja, e com os custos de produto, envio e pagamentos.
Com isso montamos a primeira leitura de CM3 por canal e produto. Mostra onde o orçamento está a comprar margem e onde está só a comprar receita, e passa a ser a linha de base dos objetivos que acordamos com o cliente.
Crescimento de receita em doze meses com o mesmo investimento em media
Receita face ao período anterior, com o investimento a subir só 0,8%
Vendas no período, com a margem a subir 30%